Greve dos trabalhadores da educação municipal de Goiânia é iniciada
A categoria deu início à greve com um grande ato realizado pelo SINTEGO durante a manhã desta terça-feira, 12 de maio.
Publicado: 12 Maio, 2026 - 14h16 | Última modificação: 12 Maio, 2026 - 14h26
Escrito por: CUT-GO
A CUT Goiás acompanhou na manhã desta terça-feira, 12 de maio, o 1º dia de greve das(os) trabalhadoras(es) da Rede Municipal de Educação de Goiânia, mobilizada pelo SINTEGO, com um grande ato da categoria que teve início no CEPAL do Setor Sul, e prosseguiu em caminhada das(os) trabalhadoras(es) até o Ministério Público de Goiás, onde foi finalizado.
A greve é legítima e respaldada pela Lei de Greve (Lei nº 7.783/1989), que garante às(aos) trabalhadoras(es) o direito constitucional de greve.
Aprovada em Assembleia Deliberativa do SINTEGO realizada no último dia 7 de maio, a decisão pela greve ocorre após falta de avanços nas negociações e ausência de respostas concretas da Prefeitura de Goiânia às principais reivindicações apresentadas pelas(os) trabalhadoras(es) da educação municipal.
Entre as pautas defendidas pelo movimento estão o pagamento das progressões atrasadas de Professoras(es) e Administrativos(as); a aplicação da Lei do Descongela (Nº 226/26); o reajuste do Piso do Magistério; a Data-Base 2026 dos(as) Administrativos(as); a aplicação da Lei nº 15.326/2026, que alterou a LDB e a Lei do Piso para incluir Professoras(es) da educação infantil (0 a 5 anos) como profissionais de carreira do magistério; a implementação do Piso Nacional dos(as) Administrativos(as) da Educação (PL 2531/2021); além da convocação das(os) aprovadas(os) no concurso público da rede municipal.
A categoria também cobra posicionamento da administração municipal sobre temas considerados prioritários, como a terceirização da merenda escolar em Goiânia.
O SINTEGO seguirá na luta em defesa dos(as) profissionais da educação do município de Goiânia e aberto às negociações junto a prefeitura de Goiânia.