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Trabalhadores dos Correios fazem manifestação em Goiânia nesta quarta-feira (20)

Ato será contra privatização da ECT e Reforma da Previdência

Publicado: 19 Fevereiro, 2019 - 11h25

Escrito por: Maísa Lima

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Desde 2011 a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) não contrata um único funcionário sequer. Obviamente, a demanda só aumentou nestes oito anos e a sociedade, como seria de se esperar, está reclamando da queda na qualidade dos serviços prestados.

Para o secretário de Finanças, Administração e Patrimônio do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e suas Concessionárias, Permissionárias, Franqueadas, Coligadas e Subsidiárias no Estado de Goiás (Sintect-GO) - filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT) -, Eziraldo Vieira, a medida busca justamente fragilizar os Correios aos olhos da população e então facilitar o caminho para a privatização. 

A fim de manifestar contra a privatização dos Correios, a Reforma da Previdência, contra o assédio moral, por melhores condições de trabalho e pelo plano de saúde da categoria, os ecetistas em Goiânia (GO) irão fazer um ato nesta quarta-feira (20), em frente à Agência Central, localizada na Praça Cívica, a partir das 8 horas.

"Não é de hoje que a categoria ecetista é ameaçada pela privatização da ECT. Em 2016, ela chegou a ser cogitada pelo governo Michel Temer (MDB) e no ano passado, durante sua campanha eleitoral, Jair Bolsonaro (PSL) chegou a dizer que 'os Correios não têm jeito, lá não é nem privatizar, é extinguir'", lemborou o dirigente sindical.

Além dos prejuízos aos trabalhadores com as demissões, o fim de direitos trabalhistas, achatamento salarial e perda de benefícios, a privatização dos Correios prejudicará toda a população brasileira, que vão pagar muito mais caro pelos serviços, sem falar que muitos municípios ficarão à deriva, já que empresa privada só visa lucro.

"Neste ato também vamos manifestar contra a Reforma da Previdência, que deverá ser entregue ao Congresso Nacional também nesta quarta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro. Precisamos nos unir e lutar", conclama Eziraldo.

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