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Seminário Congresso do Povo lota auditório da CUT Goiás

Ex-ministro do Governo Lula, Gilberto Carvalho fez a análise de conjuntura

Publicado: 12 Maio, 2018 - 10h30

Escrito por: Maisa Lima, assessora de Comunicação da CUT Goiás

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Auditório da CUT Goiás foi pequeno para receber os participantes

 

O auditório da Central Única dos Trabalhadores no Estado de Goiás (CUT Goiás), localizada à Rua 70, nº 661, no Centro de Goiânia, foi pequeno para receber todos os participantes do Seminário Congresso do Povo. O evento, que acontece neste sábado (12) e tem o foco na Formação de Formadores, conta com a participação de vários municípios goianos, com trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade.

“No momento em que a classe trabalhadora brasileira tem para si um dos maiores desafios de sua história: conformar-se com o desmonte da nação sob o argumento do “combate à corrupção”, ou construir força social e política suficiente para derrotar os golpistas e promover uma nova etapa da libertação nacional, essa iniciativa pretende construir um novo projeto democrático e popular”, pontua a convocatória do Congresso, assinada pela Frente Brasil Popular - Goiás.
 
 

Gilberto, ladeado por Francisca (MST) e a deputada Isaura (PCdoB)
 
Coube ao ex-ministro do Governo Lula, Gilberto Carvalho, fazer a análise de conjuntura. Ele começou afirmando a importância do seminário e do Congresso do Povo. "É tarefa fundamental conversar com o povo. Qualquer mudança só acontecerá se o povo tiver consciência de classe", declarou.
 
Gilberto pontuou a perplexidade com a prisão do ex-presidente Lula, mesmo sem qualquer comprovação de crime. Unicamente para afastá-lo do processo eleitoral, visto que sua candidatura tem se mostrando imbatível, segundo todas as pesquisas de opinião. "Nunca passou pela nossa cabeça ver encarcerado aquele que representa os sonhos da gente pobre desse País.".
 
Para o ex-ministro, Lula foi vítima de uma campanha científica, pensada passo a passo, para colocá-lo fora do jogo político. Mais: para destruir sua imagem junto ao povo, criar um fosso entre ele e a população brasileira. "Usaram uma arma antiga, a mesma que vitimou Getúlio Vargas e João Goulart, o Jango: a mídia", apontou. Lembrou que só após o suicídio de Vargas que todos se deram conta de terem sido manipulados.
 
"A única diferença agora é que não conseguem destruir a imagem do Lula, nem com ele encarcerado. O povo pobre está com ele e mesmo muita gente da classe média que vestiu a camisa amarela e foi pras ruas, está arrependida.", acredita Gilberto.
 
 
Programação da tarde
Para as 80 entidades que compõem a FBP, o Brasil vive um momento decisivo de sua História. “A partir de 2016, um golpe parlamentar, jurídico e midiático abalou nossa frágil democracia e implementou um projeto antinacional marcado pela destruição das leis trabalhistas e sindicais, pela tentativa de extinção da Previdência Social, pelo sucateamento e tentativa de privatização das empresas nacionais, pela inviabilização da reforma agrária, da agricultura camponesa e o sucateamento dos serviços públicos mediante a imposição de limites orçamentários jamais vistos em qualquer lugar do mundo”, assinala a convocatória.
 
Confira a programação da tarde:
 
? 14h - A experiência da auditoria cidadã da dívida:
   ? Ana Lúcia da Silva - Coordenadora do Núcleo Goiás da Auditoria Cidadão da Dívida Pública e Professora UFG
 
? 14h15 - Desafios e organização:
   ? Ângela Ferreira - Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino
   ? Railton Nascimento - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
 
? 15:30 - Organização do planejamento em grupos por regiões
 
? 17h - Retorno pra plenária, socialização e encerramento
 
 
PARTICIPE!
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