Presidente do SINDCOLETIVO e vice do STETPOA se reúnem na sede da CUT Goiás.
A reunião teve como objetivo fortalecer a relação entre os sindicatos
Publicado: 04 Fevereiro, 2026 - 11h43
Escrito por: Juliano Cavalcante
A diretoria do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores do Transporte Coletivo Urbano de Goiânia e Região Metropolitana (SINDCOLETIVO), representada por seu presidente Carlos Alberto, reuniu-se com Sandro Abbade, vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre (STETPOA), nesta terça-feira, 03 de fevereiro, na sede da CUT Goiás.
A reunião teve como objetivo debater e trocar experiências sobre as realidades da categoria nas regiões Centro-Oeste e Sul, bem como em todo o Brasil – possibilitando aos dirigentes sindicais conhecerem as pautas de luta de cada sindicato em defesa dos interesses da classe trabalhadora, além de fortalecer a construção de uma rede de apoio entre as entidades sindicais.
Sandro Abbade ressaltou a importância da visita a Goiânia e do diálogo estabelecido com o presidente do SINDCOLETIVO.
“A minha vinda a Goiânia teve como compromisso prioritário a reunião com o presidente Carlos, justamente para compreender como funciona o transporte público da cidade e de que maneira o sindicato atua na defesa dos direitos da classe trabalhadora. Viajo por diversos municípios e visito muitos sindicatos, e, a partir dessas visitas, consigo identificar as carências de cada entidade. Essa troca de experiências é fundamental para entender as reais necessidades dos trabalhadores de cada região e, assim, construir pautas de luta em nível nacional que representem toda a classe dos trabalhadores do transporte público", afirmou Sandro.
Carlos Alberto, presidente do SINDCOLETIVO, destacou os desafios enfrentados pelo sindicato em Goiânia e na região metropolitana.
"Fiquei muito satisfeito com a visita do companheiro Abbade. Essa interação entre os sindicatos da nossa categoria ocorre por todo o país e é fundamental para a construção de uma unidade coletiva. Também tenho realizado visitas a outras entidades e mantido contato com dirigentes dos sindicatos rodoviários de Brasília, Uberlândia e do Espirito Santo. Os problemas enfrentados pelos sindicatos, em geral, são semelhantes. Ainda lidamos com um patronato extremamente exigente e, muitas vezes, com práticas exploratórias. Se não nos unirmos em defesa dos direitos e benefícios dos trabalhadores — especialmente para enfrentar os impactos das reformas impostas nos últimos anos , como a reforma trabalhista —, não estaremos cumprindo nosso papel. Por isso, é essencial que nós, dirigentes sindicais, estejamos sempre em diálogo e articulação permanente”, afirmou Carlos.