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Mobilidade urbana e respeito para pessoas com deficiência

Rádio Trabalhador entrevista Jailson Kalludo, do Sinpro-DF e da CUT Brasília

Publicado: 12 Abril, 2018 - 14h04

Escrito por: Maisa Lima, assessora de Comunicação da CUT Goiás

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Jornalista, conselheiro do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) e dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT Brasília), Jailson Kalludo foi o convidado desta quinta-feira (12) do programa Antena Ligada, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10 às 11 horas, pela Rádio Trabalhador – www.radiotrabalhador.com.br.
 
Jailson, que é deficiente físico, falou sobre a importância do respeito, da inclusão e da mobilidade urbana. “Queremos ter acesso ao trabalho, à vida social, enfim, contribuir com a sociedade. A educação é o passaporte para tudo isso. A pessoa com deficiência não quer nada pronto. Ela quer estar junto. Quer inclusão”, afirmou.
 
O jornalista fala com conhecimento de causa.  Conforme o estudo Mobilidade urbana para pessoas com deficiência no Brasil: um estudo em blogs, feito por Adriana Silva Barbosa, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), muitas pessoas com deficiência, em várias partes do Brasil, encontram obstáculos que dificultam ou impossibilitam sua mobilidade, restringindo-as ao seu ambiente doméstico e cerceando sua independência, sua capacidade de ter uma vida produtiva e seu direito de ir e vir.
 
“Se você tem um filho com deficiência, meu conselho é: tire-o de dentro de casa e faça com que ele encare a realidade. Só assim ele vai poder contribuir com a sociedade. Uma vez trabalhador, sindicalize-se. É um fator de proteção aos direitos. Do contrário, você fica vulnerável”, garante Jaiilson.
 
Prisão
Além da conversa esclarecedora com Jailson, o jornalista Roberto Nunes também abordou o pedido de prisão preventiva para a secretária Municipal de Saúde de Goiânia, Fátima Mrué; o pedido de afastamento, por parte do Ministério Público do Estado de Goiás (MPE-GO), do presidente do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas), Sebastião Peixoto e a proposição ação civil pública contra o município; e o início da vacinação contra o vírus H1N1 para idosos, trabalhadores da saúde e doentes crônicos.
 
A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Saúde votou e aprovou, em reunião extraordinária na manhã de quarta-feira (11), pedido de prisão preventiva contra Fátima Mrué e requerimento para busca e apreensão de documentos que foram solicitados à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mas o órgão teria se negado a apresentar. Os pedidos serão encaminhados ao MPE-GO, que pode ou não acatar as solicitações.
 
Imas
O mesmo MPE-GO, por meio da 70ª Promotoria de Justiça propôs, através de ação civil pública, o afastamento do Sebastião Peixoto do Imas por 120 dias. O pedido de liminar visa que a Prefeitura de Goiânia determine um auditor do quadro da Controladoria Geral do Município para assumir as funções do presidente durante esse período e, se comprovado, no curso da instrução processual, que suas práticas gerenciais contribuíram para a desassistência do Imas a seus usuários, seu afastamento definitivo. 
 
A promotora Marísia Sobral Costa Massieux também pede que Imas efetue o imediato credenciamento de profissionais especialistas para a realização de consultas médicas dos segurados. Na quarta-feira (11), xs trabalhadorxs da Educação da rede municipal de Goiânia fizeram um ato na Praça do Bandeirante, no Centro de Goiânia, em defesa do Imas.
 
H1N1
A Rádio Trabalhador também divulgou que começa nesta segunda-feira (17) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. Em Goiás, a expectativa é que 1,5 milhão de pessoas sejam imunizadas. Goiânia conta com 37 locais de vacinação e as doses serão aplicadas dentro de um cronograma para os grupos considerados prioritários.
 
As doses da vacina são destinadas a pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses de idade até quatro anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, indígenas, grávidas, puérperas - mulheres até 45 dias após o parto -portadores de doenças crônicas mediante prescrição médica, detentos, adolescentes e jovens internados em medidas socioeducativas, além de funcionários do sistema prisional.
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