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Entrega cestas básicas vai marcar o 1º de Maio em Goiás

CUT GO e sindicatos filiados vão doar alimentos para as famílias do acampamento Fidel Castro, do MTST

Publicado: 29 Abril, 2021 - 17h15

Escrito por: Maísa Lima

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Pelo segundo ano consecutivo, em função da pandemia a Central Única dos Trabalhadores no Estado de Goiás (CUT-GO) não realizará as comemorações do 1º de Maio – Dia Internacional da Classe Trabalhadora, em praça pública.

Os shows, como nomes do primeiro time da Música Popular Brasileira (MPB), como Chico Buarque, será neste sábado, a partir das 14 horas, com transmissão para todo o Brasil pela Rede TVT.

Diante da pandemia os movimento sindicais e sociais se uniram e através do Fórum Goiano em Defesa dos Direitos, da Democracia e Soberania vão ser distribuídas cerca de 200 cestas básicas para famílias que estão em insegurança alimentar. E olha que já são mais de 19 milhões nessa situação no Brasil hoje.

Concentração

A concentração para a distribuição das cestas entre os carros que farão a entrega será neste sábado (1º), às 8 horas, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (SINT-IFESgo), situado à Rua 227, nº 1213, Setor Leste Universitário.

A CUT-GO e seus sindicatos filiados farão a entrega no acampamento Fidel Castro, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), localizado no Setor das Nações. São 66 famílias pobres e que estão no local há mais de quatro anos, buscando colocar um teto sobre suas cabeças.

Na Fidel Castro acontecerá um momento político, simbólico, com a presença de representantes das entidades sindicais, como parte das ações da CUT, em todo País, alusivas ao 1º de maio.

“Salientamos que serão obedecidos todos os protocolos de prevenção à Covid 19. Serão oferecidas máscaras (para quem não estiver usando no momento), álcool gel e garantido o distanciamento entre as pessoas”, afiança a presidenta da CUT, Bia de Lima.

 Para a sindicalista, o momento exige o exercício da solidariedade com quem vem enfrentado a fome e o medo da pandemia. “Além de distribuir cestas básicas vamos continuar mobilizados e exigindo vacina já ara todas as pessoas, pelo Sistema Único de Saúde (SUS); a volta do Auxílio Emergencial de R$ 600 e empregos para combater a fome que se espalha pelo Brasil”, reforça Bia.