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Carteiro é ameaçado por cumprir a lei em Iporá

Problema gira em torno de uma placa de endereço ilegível

Publicado: 14 Dezembro, 2015 - 08h44

Escrito por: Maisa Lima, assessora de Comunicação da CUT

Secretário de Administração, Finanças e Patrimônio do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares no Estado de Goiás (Sintect-GO), Elizeu Pereira da Silva, que também é secretário de Comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT-GO), denuncia o assédio moral a que está sendo exposto o carteiro Fagner Silva Batista dos Santos, que trabalha em Iporá, a 226 quilômetros de Goiânia.
 
“Há tempos que o sindicato vem provocando a ECT, o Ministério Público Federal (MPF), a Superintendência de Proteção ao Direito do Consumidor (Procon), prefeitos e vereadores para corrigir a desorganização dos endereços, um problema em praticamente todas as cidades goianas”, assinala Elizeu.
 
Ocorre que há placas de endereço praticamente ilegíveis e alguns clientes da ECT, ao invés de trocar a placa preferem brigar com o carteiro. Até aí, nada de novo. A questão é que no caso de Fagner Santos ele vem sendo ameaçado de demissão, embora tenha comprovado com argumentos embasados em lei e até com fotos da dita placa, que sua posição está correta.
 
“Ao invés de fazer um trabalho de conscientização do cliente, os gestores dos Correios em Iporá preferiram pressionar e ameaçar o subordinado”, critica Elizeu. O Sintect está acompanhando o caso e dando o necessário apoio ao carteiro Fagner.
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