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Ativismo é sinônimo de resistência

Antena Ligada aborda a luta feminista e LGBT

Publicado: 20 Abril, 2018 - 12h40

Escrito por: Maisa Lima, assessora de Comunicação da CUT Goiás

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O programa Antena Ligada desta sexta-feira (20) entrevistou duas pessoas que participam ativamente das causas que acreditam e defendem, em suma, militantes, ou seja, buscam a transformação da sociedade através da sua ação - gente cada vez mais necessária nesses tempos bicudos em que vivemos: Cíntia Dias, feminista e integrante da Executiva do PSOL-GO; e Marco Aurélio, coordenador geral do Grupo Oxumaré, presidente da Associação Ipê Rosa e ativista LGBT, dos Direitos Humanos e da luta contra a AIDS.
 
Criado em 2003, o Grupo Oxumaré luta principalmente contra o racismo e a LGBTfobia, enquanto o Ipê Rosa é nada menos que a mais antiga organização LGBT da região Centro-Oeste. Se as pessoas continuam sendo perseguidas por sua orientação sexual, esses grupos representam a resistência. “Pessoas são pessoas, independente de como são. Todos e todas merecem respeito e dignidade”, pontuou Marco Aurélio.
 
Cíntia abordou a desigualdade entre homens e mulheres. “A luta feminista é antes de tudo uma luta de classes. Somos trabalhadores e as dificuldades são imensas”, salientou, lembrando o número de horas dedicadas ao serviço no lar e aos cuidados de crianças e idosos, que normalmente são responsabilidade da mulher. Sem falar na discrepância salarial: as mulheres recebem, em média, salário equivalente a pouco mais de 80% da remuneração masculina.
 
O programa Antena Ligada é produzido pela Rádio Trabalhador (RT) - www.radiotrabalhador.com.br - e vai ao de segunda a sexta-feira, das 10 às 11 horas, ancorado pelo jornalista Roberto Nunes, com apoio técnico de Wyllen Rodrigues e prrodução da jornalista Maisa Lima.
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